sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Cansei!!! [Pequeno surto diário]

Sabe aquelas épocas em que parece que você se cansou da vida? Não necessariamente da viiiida, mas de tudo o que a construiu até o momento. Não falo sobre crises de tédio momentâneas, porque nessas não é você que cansa, é elas que já chegam cansadas, e geralmente no domingão, as filhasdaputa, depois que você se matou de comer e não tem forças nem pra levantar do sofá [que no meu caso é um colchãozinho no chão. Que, na boa, dá mais preguiça ainda!]. Falo de quando você olha pras suas fotos, pro seu armário, pros seus sapatos [tãããão queridos! {um dia ainda faço um post sobre sapatos}], pros seus livros, pros seus dvds, pra sua cara no espelho e tem vontade de gritar CANSEEEEEEEI PORRA!!! Quero outra!!!
Outra o quê? Você me pergunta. Pois é, esse é o maldito problema! Quando você se cansa, nunca sabe o porquê e o quê quer... Não que você tenha algum problema, pelo contrário, a vida 'tá tranquilona. É como se a bateria do carro tivesse acabado, e você tivesse certeza que não deixou o farol ligado [ou alguma coisa assim. Sei lá porquê demônios resolvi dar exemplo com carro. Eu não entendo porra nenhuma disso. Aliás, cansei também de me mandarem tomar vergonha na cara e tirar a porra da carta de motorista!].
Hoje falei pra minha mãe que não quero mais voltar pra casa. Não, não pra casa dela, pra minha mesmo. [não moro mais com mamãe...Olha só as presepadas AQUI] Não quero ter que voltar pro apartamento imundo [já que estou fora dele há quase 2 meses] e passar o dia limpando [depois de passar 16 horas num ônibus na viagem de volta]. Não quero ficar assustada com qualquer barulhinho achando que é mano tentando arrombar a porta. Não quero mais comer sanduíche de pão com mortadela porque não tenho fogão.
Não quero mais acordar no meio da noite só porque tive uma idéia de 3 linhas pra dissertação. Não quero mais lavar a roupa na mão e depois de estender tudinho no varal cair uma chuva do inferno e deixar tudo fedendo. Não quero mais ser obcecada por limpeza e organização. Não quero mais ficar neurótica achando que a qualquer momento vai aparecer uma aranha. Não quero mais neguinho [ps: vai processar a putaquetepariu! ] me atormentando porque não tenho namorado.

Ufa! Respira. Traga. Toma um gole de café e pára [meu pára só vai perder o acento quando não tiver mais jeito! E tenho dito!] de viadagem!
Um surto momentâneo. Pronto, passou... Mas, vez ou outra, é bom mandar tudo pro inferno...
Não que minha vida tenha sido ruim até hoje [tirando uns 2 ou 3 porres, e uns 2 ou 3 namorados, não mudaria lá muita coisa] [será que os namorados foram um porre de dois meses?!]. Aliás, tenho uma vida muito boa. É que às vezes a gente precisa surtar, meio que pra limpar o cérebro, a garganta, o coração de gengibre. Depois segue em frente. Porque é assim que tem que ser.
Afinal de contas, o quê é uma roupa molhada vez ou outra perto da delícia que é tomar banho de chuva, né não?

Trilha sonora: Metaaaaaal! \o/

domingo, 25 de janeiro de 2009

O equilíbrio entre ser e aparentar [Tudo de Blog]

Já vivi os dois lados da moeda da popularidade. Na adolescência era a nerd estranha que não sabia se vestir e não tinha qualquer habilidade de comunicação. A passagem pra faculdade me tornou a garota estilosa conhecida e querida por todos e que falava pelos cotovelos. Hoje, passados os dois extremos, sou uma pessoa equilibrada [na medida do possível, é claro]. Já não me escondo no banheiro na hora do recreio [sim! Eu já fiz isso! E não foi uma vez só não...]. Assim como não tenho que parar de cinco em cinco minutos pra cumprimentar alguém no corredor. E devo confessar que gosto bem mais desse equilíbrio do que dos altos e baixos da popularidade. Não que seja de todo ruim ser popular [a menos, é claro, que você seja a popular malvada e sem coração dos vários seriados que conhecemos tão bem]. É sempre bacana ser reconhecida por nossas qualidades. O problema está em deixar de ser o que se é pra aparentar o que os outros esperam que sejamos.

Destilado especialmente para o Tudo de Blog [Pauta: "Ser ou não popular: eis a questão"]

I just wanna be myself [Tudo de Blog]

Desde cedo ouvimos que sempre podemos ser mais e melhores [ter um cabelo mais bonito, um corpo mais sarado, ser tão popular quanto a loira do segundo ano], ao mesmo tempo em que devemos ter nossa própria personalidade. O grande problema é manter o equilíbrio entre o que queremos ser e o que somos. E é no meio de tantas inseguranças e desejos que nascem os fakes. Nunca tive um fake. Talvez por gostar muito de quem sou. Ou então por não gostar de falsidade. Se assumir como fake é o mesmo que usar uma máscara, que desprezar a si mesma. E daí que meu corpo não é modelo de propaganda de biquíni? Prefiro um sorriso torto e verdadeiro do que um sorriso perfeito que não é meu. Não acredito que ter um perfil da Madonna no orkut possa me fazer uma pessoa mais feliz. Ao contrário, penso que quanto mais me descubro, menos quero ser outra pessoa [e que se danem os eternos 3 quilos a mais!].

Destilado especialmente para o Tudo de Blog [Pauta: "Eu, eu mesma e meu fake: de que forma ter um fake ajuda alguém a ser algo que a pessoa não é?"]

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A volta de MininaMá.

Quem acompanha meu blog por um tempo [ou há, pelo menos, uma semana] deve ter notado que o nome mudou. Há um tempo venho botando a cachola pra funcionar pra pensar num nome novo. E numa conversa com o Aris [thanks irmão!], eis que a Dona MininaMá voltou! Pra quem não sabe da história, aqui tem um resumo do nascimento e da pseudo-morte da senhorita MininaMá. Não resisti e a trouxe de volta. Com algumas modificações, é claro; mas com sua essência [quase] intacta.
Divirtam-se. Opinem. Fiquem à vontade! Afinal de contas, essa casa também é um pouco de vocês.

Ps: quero agradecer às pessoas que comentaram no último post. Obrigada pela "defesa" minha gente! Com leitores como vocês, pra que me importar com coisas ruins, né não?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A obra pode ser aberta, mas não é escancarada!

Reza a lenda que há um primeira vez pra tudo nessa vida. Bom, pela primeira vez alguém lê um texto meu, interpreta tudo ao contrário do que eu "quis dizer", e afirma que o post é horrível. E, em resposta a essa primeira vez, este é o meu primeiro post escrito pra explicar um post anterior.
Segundo Umberto Eco, a obra de arte é aberta, ou seja, pode ter diversas interpretações com relação a um mesmo tema. É claro que um quadro de Dalí pode ser visto por diversos ângulos, e que cada um que o vir terá uma sensação diferente; mas isso não exclui por completo a intenção inicial do autor da obra. O fato de haverem diferentes opiniões a respeito de um texto, não quer dizer que se deva desconsiderar o que o autor inicialmente quis dizer [como é o caso de Dona Capitu e seu Machado, mas acho que vou fazer um outro post sobre isso depois]. A obra é aberta, mas também não é escancarada né minha gente!
Bom, essa "introdução" foi feita pra explicar que, embora existam opiniões diferentes da minha [o que eu acho super saudável, aliás], não se pode ter opiniões diferentes das que eu não tenho! Se eu disser que prefiro amarelo ao invés de azul, e uma pessoa vier me dar um sermão defendendo o vermelho, o quê diabos isso tem a ver comigo?! Não fui eu que botei o vermelho na roda, ora bolas!
Então, antes que os adoradores de Obama e BBB continuem me atirando pedras, lá vai o esclarecimento:
1. Mr. Barack Obama: EU NÃO TENHO NADA CONTRA, TAMPOUCO CRITIQUEI O SR. BARACK OBAMA! [em letra grande, que é pra não ter perigo de ninguém ler].
A minha crítica foi àqueles que, ao invés de ressaltarem as qualidades de Barack como bom administrador e político, ou então mostrarem o quanto ele foi um senador competente, ficam gritando a plenos pulmões que ele é o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
O que eu critico é a atitude de se colocar a cor da pele acima da competência. E a de trasformar o indivíduo em um mito; como as pessoas que mal sabem da carreira de Barack, mas exibem camisetas com o rosto do presidente estampado [assim como tem gente que vive com camisa do Che Guevara no peito, e não faz a mínima idéia de que ele era parceiro do velho Fidel].
2. BBB: EU NÃO TENHO NADA CONTRA O BBB, TAMPOUCO CONTRA AS PESSOAS QUE O ASSISTEM!.
A minha crítica não foi ao programa em si, ou então aos seus respectivos telespectadores [afinal de contas, gosto não se discute]. Eu questionei, e critiquei, o fato de a maioria das pessoas idolatrar os integrantes do programa como se eles fossem pessoas de grande expressão social. Assim como questionei o porquê da maioria das pessoas não ser capaz de reconhecer nossos verdadeiros artistas, mas se descabelar freneticamente por participantes de reality shows.

Enfim. É isso. Se você tiver uma opinião diferente da minha, sinta-se à vontade para expressá-la. Mas antes, por favor, certifique-se de que é capaz de compreender o que escrevo. Thanks!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Obama, BBB e falta de surra.

Essa semana fui bombardeada com notícias sobre dois acontecimentos: o início do BigBrotherBrasil e a posse de Barack Obama. E toda a balbúrdia feita em cima deles, me fez parar pra pensar porque diabos tantas pessoas idolatram essas "celebridades"?
Qual é a explicação racional pro fato de pessoas a-pa-ren-te-men-te normais ficarem gritando e se descabelando ao lado de uma casa de vidro por causa de um produtor de eventos? Por que demônios há gente desmaiando de tanto frisson quando o Obama passa?
Primeiro caso: Mr. Barack Obama. O quê diabos ele tem de tão especial assim [além, é claro, do fato de ser o presidente de uma das grandes potencias mundiais]? Confesso que não acompanhei a fundo toda a campanha eleitoral [até porque não fiz isso nem com a nossa, mea culpa]. Só sei que o homem ganhou, e se transformou em celebridade! Tem gente que não sabe o nome do prefeito da própria cidade! Mas 'tá aí, toda prosa declarando admiração pelo Obama.
Acho bacana que ele seja um cara contra a guerra e coisa e tal. Mas, so what? Vai virar deus só porque é o primeiro presidente negro dos Estados Unidos? Eu me recuso a acreditar que ainda hoje exista essa classificação entre negros e brancos [embora ela esteja na nossa cara, ridiculamente sendo sustentada]. E pior, que, ao invés de relevarem as qualidades de bom administrador do cidadão, o que tornam louvável é a cor de sua pele.
Agora, o segundo caso: as criaturas do BigBrother. Eu acho que esse povo que fica gritando e perdendo seu tempo com essas "celebridades" 'tá precisando de uma boa surra, isso sim! Eu já desisti de tentar entender o programa e sua audiência. Que se dane se a mina quer ficar esfregando a bunda na cara de um bando de marmanjo, e os pais dela ainda pagam payperview e acham graça. Isso não é da minha conta mesmo... Mas eu queria entender o porquê de tanta admiração por pessoas que até semana passada eram meros zéninguéns. Se Manoel de Barros passar na frente da maioria dessas pessoas, elas vão achar que é só mais um velhinho [embora seja um de nossos maiores escritores]. Agora, se passa um cara do BBB, nooooossa! É gente correndo, tirando foto, pedindo autógrafo. Por quê?! Por quê?!
Eu sei que os valores desse mundo andam mesmo invertidos. Mas ao ponto de transformar em admiração a euforia distorcida da imagem da televisão? Ora bolas...
Eu sou capaz de entender binômios, carbonos cíclicos e orações subordinadas; mas essa idolatria é demais pra minha cachola... Sim, eu posso estar sendo extremista. Posso estar mostrando só um lado da moeda. Mas, será que alguém, pelamordedeus, pode me mostrar o outro?!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Lembranças e condenações [Tudo de Blog]

Nasci no início dos anos 80, o que, por si só, já me dá motivos suficientes pra uma condenação perpétua. Já tive cabelo "chitão e xororó". Já usei calça bag, polaina, vestido trapézio, saia balonê. Já dancei Não se Reprima em público. Já sonhei em casar e ter filhos com os caras do New Kids on the Block. Já fingi que a escova de cabelo era microfone e cantei Como uma deusa. Tudo isso, embalada pelo clima da década perdida.
E daí que eu já dancei uma coreografia de Fogo e Paixão, do Wando, na frente do palco em um show dele [com umas 300 pessoas assistindo]? E daí que eu já requebrei até a boquinha da garrafa? E daí que me acabei de imitar o aviãozinho no carnaval? Em todos esses momentos me diverti horrores, e toda vez que lembro rio horrores também. Eles são parte da minha história. E, pra falar bem a verdade, me condenam bem menos do que ter terminado com um namorado pelo msn.
Dizem por aí que o presente é uma reciclagem de tudo o que foi passado. E isso não cabe apenas à moda, mas também a todos nós. Somos uma miscelânea das coisas que fizemos, ou das influências exercidas pelo que foi feito pelos outros. Além disso, a vida é uma colcha de lembranças. Sejam elas alegres, tristes ou momentaneamente vergonhosas. Em cada uma das fases da minha vida fiz algumas coisas que talvez hoje eu não faria . Mas, no fim das contas, me orgulho de ter histórias pra contar.


Pauta para o Tudo de Blog: o quê no seu passado lhe condena?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

De mulher à melancia (Tudo de Blog)

Há uma pequena ponte entre o sensual e o vulgar. E ela não consiste apenas no fato de usar [ou não] calcinha. A roupa não tem o poder de dizer o quê uma pessoa é. Assim como não é o espelho que vai julgar se você “passou da conta”. Esse é o tipo de definição na qual o que vale é o nosso bem estar. Se as mulheres frutas se sentem bem agindo do modo que agem, quem somos nós para dizer que estão erradas? Se você, ao se olhar no espelho de saltão e decotão (aumentativos tão perigosos quanto os diminutivos sainha e blusinha), se sente bem, quem tem autoridade pra dizer o contrário? Quando se fala sobre comportamento, existem sempre dois lados: o de quem mostra e o de quem vê. E, no fim das contas, os olhos mais importantes são os de quem, mesmo sem ver, sabem o que estão sentindo. E, nessa guerra entre extremos, a vitória está sempre ao lado do equilíbrio.

Para o Tudo de Blog: quando o sensual vira vulgar?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

"Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões" (Caetano Veloso)

Cá estou eu para falar sobre a Senhora Reforma Ortográfica. Não poderia deixar de escrever sobre ela por, ao menos, dois motivos: 1. Sou apaixonada por palavras; 2. Sou formada em Letras. Devo admitir que vai ser preciso muita, mas muita água pra me fazer engolir essa reforma. Desde os primeiros rumores venho tentando me adaptar à transformação de nossas palavras. E depois de saber quais seriam as mutilações, confesso que ficou bem mais difícil...
Pra quê diabos despedir o trema?! Ele sempre foi tão útil, tão engraçado, tão expressivo! Qual será a graça de meu frequente a partir de agora?! E o quê dizer do assassinato do acento agudo nas paroxítonas terminadas em ditongo?! Minha ideia nunca mais será tão genial!
Eu sei, e compreendo, que de tempos em tempos a língua precisa de reformas. Como uma casa, que sempre necessita de pequenos acertos, uma pintura aqui, uma cimento ali; tudo pra deixá-la mais atual, mais confortável, e mais bonita. E embora ache bem mais glamouroso escrever phamácia, entendo que farmácia é mais prático, mais vivo. Sim, nossa língua é viva, mutante; só que ela sempre fez sentido, sempre representou um código organizador de nossas mutações comunicativas. Agora, o Senhores Imortais que me perdõem, mas essa reforma não está fazendo sentido algum!
Como amante, estudiosa e professora de língua portuguesa, sempre fiz o possível [e devo acrescentar, na maioria das vezes o impossível] para dar sentido, dar vida a cada regra, a cada exceção. Nunca quis que meus alunos engolissem nosso tortuoso conjunto gramático a seco. Afinal de contas, o sentido não existe para ser decorado, e sim compreendido!
Sempre me virei pra mostrar o porquê de uma oração ser carinhosamente chamada de oração subordinada substantiva objetiva indireta. Ora bolas! Acha que é fácil ensinar pra um adolescente de 15 anos o quê diabos e pra quê demônios serve isso?! Não, definitivamente não é! Mas é isso que venho tentando há 10 anos. O que me deixa possessa é o fato dos Senhores Acadêmicos não pensarem nisso antes de decidirem brincar de boggle com a língua! Como é que eles vão me explicar o fim do pobre acento circunflexo de leem [decapitado sem dó nem piedade]?!
A triste verdade é que não irão explicar nada... Como sempre, entrarão em contradição, e tudo acabará em chá. E nós, meros mortais, seremos obrigados a ver os pobres acentos, sinais e hífens serem devorados, um a um, pelos grandes imortais durante seu chá das 5...
Devo admiração e respeito a muitos membros da ABL. No entanto, tenho direito de questionar uma atitude que foi tomada sem o meu consentimento [e nem o seu]. Não me incomoda tanto a reforma em si, mas a falta de explicação. Se a língua é nossa, também deveríamos ter sido consultados antes de cortes tão profundos, que demorarão pra fechar e ainda deixarão cicatrizes. Nossa língua, assim como nossa democracia, foi tomada pela política moderna, uma devoradora de opiniões coletivas. E assim acabamos como órfãos, ora de leis, ora de tremas. E se continuarmos, antropofagicamente, engolindo tudo o que nos oferecem, terminaremos como uma tribo sem identidade e sem palavras.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Chegadas e Partidas...

A última semana do ano sempre me causa duas sensações: alegria e medo. Alegria por ter sobrevivido a mais um ano nessa terrademeudeus; por ter ao meu lado pessoas que amo e admiro; por poder sorrir ao olhar pra trás e ver o quanto realizei. O medo, por outro lado, é por não ter visto o tempo passar tão rápido; por não saber se o próximo ano será tão bom; por não ter feito tudo aquilo que gostaria.
Hoje fiquei pensando sobre essa ansiedade que toma conta das pessoas quando o assunto é "ano novo". Sobre essa esperança de que "agora vai ser diferente". Sobre esse descaso tamanho com o ano que passou.. Será que se nos doássemos mais, teríamos tanto do que reclamar? Será que se vivêssemos cada dia como0 se fosse o melhor e único, passaríamos tanto tempo sonhando com o amanhã?
Eu acho bacana ter esperança no amanhã, mas não concordo em usá-la como um coringa caso nada dê certo. Às vezes me parece que passamos muito de nossas vidas agindo como a Dona Cigarra [coadjuvante da Dona Formiga]. Ser feliz dá trabalho, minha gente! É preciso batalhar, um dia de cada vez, todos os dias, pra que se possa, no final de cada dia, de cada ano, saber que se fez a vida valer a pena. Por isso que hoje estou de braços abertos pra receber o ano que chega [ano do Sol, by the way]. Ao mesmo tempo em que me despeço saudosa do ano que passou. Um ano no qual batalhei tanto; realizei tanto; e fui tão feliz... E, mais uma vez, me vejo citando meu mantra preferido do Bruxo do Cosme Velho "Vida é luta! Vida sem luta é um mar morto no meio do organismo universal!".
Agora, aproveitando o Top5 atitudes de 2009, deixo aqui um Top5 melhores momentos de 2008. Pois o ano pode ter acabado, mas vai ficar pra sempre na minha história.
1. Fazer mestrado.
2. O tri-hexa conquistado pelo São Paulo.
3. Ter uma casa só minha e de minhas manias.
4. Descobrir que todos os dias há muito o que aprender e agradecer.
5. Ter, mesmo que longe do corpo, amigos e família perto do coração.

Que 2009 seja um ano do qual possamos no orgulhar, todos os dias! Cheio de saúde, risadas, força de vontade, amor e realizações.
E que possamos nos encontrar sempre por aqui, ou por onde o vento nos levar.

Top 5 de 2009 [Para o Tudo de Blog]

Eis que 2008 nos deu tchau. E com 2009 já bem em frente do meu nariz, aqui vão algumas atitudes que pretendo tomar durante o ano [até porque parei de fazer promessa há muito tempo... Principalmente depois que virou sinônimo de nuncavoufazer]. Meu Top5 de atitudes para 2009 são:
1. Ser mais "mulherzinha" [Chega de ficar meses sem depilar as pernas ou ficar fingindo que o esmalte desascado é "estilo"].
2. Entrar para um grupo de voluntariado [Tudo aquilo que fazemos ao próximo retorna em dobro].
3. Dedicar um tempinho ao silêncio e à saúde do meu corpo e da minha alma [Antes que eu vire uma bomba relógio].
4. Sorrir mais [Faz bem pra pele e pro coração].
5. Terminar minha dissertação a tempo de corrigir e não ficar louca [E, consequentemente (agora sem trema, pobrezinho), não deixar minha orientadora louca].

E você, já fez sua listinhas de atitudes?
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