terça-feira, 13 de julho de 2010

Sobre livros, livrarias e "O Clube do filme" [e coisas de Luci]...

Amo livros. Amo livrarias. E recentemente me apaixonei perdidamente pelo "Clube do Filme", de David Gilmour. Mas devagar com o andor, que o frio chegou pras bandas daqui do mato [Halleluja!] e meus dedos estão mais duros que minhas quase balzaquianas "juntas"...

Primeiro falemos do "Clube do Livro". Fiquei uns dois meses namorando esse exemplar na livraria [uma das únicas na cidade, bytheway. Mas disso falamos daqui a pouco...]. Eis que este mês ele estava ali, na prateleira, piscando seus olhos [sim! Eu personifico coisas! Não à toa ainda me chamam de prosopopéia] pra mim, cheio de dengo e com um preço lindo! A-DO-RO livros por menos de 20 contos. Me sinto o ser mais feliz do mundo quando encontro um livro que realmente goste, e que dê pra comprar com um Mico-leão [no máximo]. Pois bem, o ditocujo estava R$14,90, e me senti impossibilitada de sair de lá sem o bonito nas mãos. Resultado: devorei o livro em DOIS dias! Agorinha terminei o último parágrafo, com lágrimas disfarçadas escorrendo no canto dos olhos.

sábado, 3 de julho de 2010

Presença de alma

Hoje de "manhã" [entre aspas, pois minhas manhãs começam ao meio-dia], ao escutar Caminhoneiro, de Roberto [Ah! Não me venha você com seu pseudointelectualismoboooring dizer que Roberto é brega e blábláblá.  Que se dane! #bregapride!], me lembrei de meu pai. E algumas lágrimas decidiram passear pelo meu rosto...

Pra quem não sabe, papai foi caminhoneiro por muito, muito tempo. Dos meus 6 aos meus 24 anos. E, na maioria das vezes, via meu pai apenas uma vez por mês. Já passei muitos natais, anos-novos e aniversários longe dele. Já passei muitas fases boas da vida longe do meu velho. Já chorei muito de saudade, enquanto minha mãe tentava cumprir seu papel de mãe/pai.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Blog e alma de roupa nova...

Relendo meus últimos posts, notei minhas lamúrias e tentativas de me sentir mais confortável por aqui [e confesso que em minha própria pele também]. Mas senti muita falta do meu sofá vermelho [carinhosamente nomeado de Conrado], da minha rede amarela, das minhas plantas... Foi quando percebi que não conseguiria continuar a mesma, e, talvez por isso, não conseguia postar como antes. Tive que admitir que não foi a falta de tempo, o cansaço ou a vida corrida que me fez parar de blogar... E devo dizer que foi doído o processo de parar de colocar a culpa nos outros e admitir que não culpa... Afinal de contas, as desculpas são como uma "água benta", que curam pecados imaginários e, como um placebo pra alma, nos fazem acreditar...


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