domingo, 31 de julho de 2011

Volta às aulas ou "Dez boas razões pelas quais eu sou professora"...

Remexendo nas tranqueiras, e organizando os papéis [como contei nesse post AQUI], encontrei a cópia do discurso que minha professora, Dra. Regina Célia Vieira [uma das melhores professoras que tive na vida!], fez na ocasião em que foi Paraninfa da turma de Letras da UFMS.

Regina foi um dos maiores e melhores exemplos que tive, não só de como ser uma professora, mas também de como ensinar a teoria da forma mais acessível e gostosa possível. Ela foi minha professora de Língua Inglesa, e, mesmo tendo se aposentado um ano antes, decidiu dar aula pra nossa turma (em nosso último ano), pra encerrar seu ciclo, como ela dizia.

Ela também é mãe de uma grande amiga minha [que não vejo há muito tempo, é verdade, mas que não deixa de ser amiga, eu espero...], e, por isso, tive a oportunidade de conhecê-la também fora de sala, o que fez com que minha admiração aumentasse ainda mais... Porque ela era a mesma pessoa dentro e fora de sala. Ela era gentil, educada, alegre, interessada, carinhosa... Dentro e fora de sala. E sempre imaginei que quando eu conseguisse ser como ela, teria chegado onde todo professor deve chegar: na maturidade.

Não, ainda não cheguei lá... Ainda tento encontrar o equilíbrio entre a professora Patrícia e a pessoa Patrícia. Mas continuo tentando, lutando e trabalhando pra isso...

No fim das contas, esse post era pra reproduzir o discurso que ela fez [e que, carinhosamente, me deu uma cópia], mas acabei me entregando às lembranças e à tietagem...

Como a volta às aulas é amanhã, nada melhor do que começar com as palavras de uma verdadeira mestra... De antemão aviso que o trem é grande [mesmo eu tendo editado algumas partes], afinal, um discurso escrito por alguém de Letras não teria apenas uma lauda, né não?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

'Tá na mão: Uma professora fora de série e Red Expresso

No 'Tá na mão de hoje, eu, orgulhosamente, apresento o livro Uma professora fora de série, de Esmé Raji Codell, e o esmalte Red Expresso, da Ludurana [presente da minha amiga querida Juliana Gervason, dona d'O Batom de Clarice. Por falar na Ju, 'bora lá dar um coraçãozinho pra ela no concurso Eu amo escrever? Só clicar AQUI e doar um sorriso praquela linda].

Uma professora fora de série [Esmé Codell] + Red Expresso
e Paixão no anelar [ambos Ludurana] +
Anel de Coruja [Marisa]

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Quero outra vez um quarto todo branco e um par de asas".

Companhia Musical

A frase do título está em "Lixo e Purpurina", um dos melhores contos [na minha modestíssima opinião] do sempre doce Caio Fernando Abreu. Esse conto me acompanha há muito tempo. Desde que o li, não pude evitar adotá-lo como meu. Gosto muito de Caio F., e gosto em particular desse livro, o "Ovelhas Negras" [já até falei dele AQUI]. E acredito que "Lixo e Purpurina" traduza a essência desse livro, além de traduzir muito de mim.

Todas as vezes em que me entrego à sozinhez, Ovelhas Negras vira meu livro de cabeceira. Leio à noite, antes de dormir, e me abandono nas palavras de Caio. E sempre que leio a frase do título, tenho vontade de deixar o estado de sozinhez de lado, e criar asas...

Pouco antes das férias, estava procurando alguma coisa na agenda, e me deparei com a frase. Ela ficou reverberando em mim, até que na semana passada decidi que ia ter um quarto todo branco, e um par de asas, ainda que feitas de papelão.

Vem "vlogar" com a gente, vem?! #bookshelftour

Você tem uma estante de livros?
 Então 'bora participar com a gente da vlogagem coletiva "Bookshelf tour"!
Clica AQUI, e veja lá n'O batom de Clarice a proposta escrita pela Ju.

Ainda não clicou?! 'Bora lá, rapaz!

terça-feira, 26 de julho de 2011

O caso do vestido... [o meu e o de Drummond]

Em outubro do ano passado, eu estava louca atrás de um vestido para o casamento de um dos meus melhores amigos. Mas, como boa "brima" que sou, não queria gastar horrores num pedacinho de pano, além de estar economizando até os centavos para me esbaldar na Saraiva e na Cultura [o casamento foi em Campinas].

Passeando pela Renner dos meus pecados me deparei com o vestido dos meus sonhos de Cinderela/Branca de Neve/qualquer fada dos contos de fadas... Ele tinha um amarelinho lindo, era cheio de flores, tinha babados, era de pseudo-seda, com um toque delicioso (me apego a roupas "gostosas" de vestir), era mega longo. A cara da primavera. A minha cara. A cara dos 130 contos que ele custava...

Olha os babados que fofos...
Quase me rendi ao vestido, de tão fofo. Mas, quando imaginei a quantidade de livros que eu poderia comprar com aqueles 130 reais, deixei o vestido lá, com uma dor no coração de gengibre, e voltei na Riachuelo pra comprar um pratinha básico que tinha visto na promoção. Esse não era a minha cara, mas, por 20 reais, foi ele mesmo. Não que fosse feio, era de um cetim gostoso, um prata bonitão, bem chique, aliás. E tinha babados, muitos babados. Olha só um pedaço do bonitinho aqui do lado [não consegui achar fotos dele de corpo inteiro].

Pois bem... Deixei o vestido amarelo na Renner, mas o bendito não me deixou... Sempre que eu passava por lá, ficava na esperança de encontrá-lo, e levá-lo pra um passeio, um café... Não sei vocês, mas quando eu "encarno" com uma coisa, não há novena ou despacho que me faça esquecer...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

'Tá na mão: Divã e Rosa Fosco

Faz um tempinho, peguei o costume de fotografar o esmalte que estava usando na semana. Depois que minha caixinha de esmaltes lotou, me pareceu bem bacana a idéia de ter uma "esmaltoteca", pra eu visualizar as cores ao invés de ter que passá-las novamente pra testar. Somou-se a isso minha imensa paixão por livros, e por um tempo eu postei no meu quase falecido twitipic uma sessão de fotos onde eu mostrava o esmalte da semana e indicava um livro.

Pois bem... Resolvi trazer essa sessão cá pras bandas do Ainda MininaMá. Antes disso, eu havia pensado em fazê-la no Tumblr. Até criei uma conta lá, pois achava que imagens não combinavam com o blog. Mas nessa minha via crucis de reflexões, pensei cá comigo, Quer saber, por que diabos não posso postar imagens também?

No início, achei que despersonalizaria a proposta do blog, mas... nem eu sei qual é a proposta do blog. Na verdade, na verdade, não tenho uma proposta. Este não é um blog específico. É só uma colcha feita com meus retalhos. E meus retalhos incluem livros e esmaltes. E assim, nasce mais uma sessão do blog, a 'Tá na mão.

E no 'Tá na mão de hoje, eu orgulhosamente apresento o livro Divã, da minha mais que querida Martha Medeiros, e o esmalte Rosa Fosco, da 5Cinco [presente da minha amiga querida Juliana Gervason, dona d'O Batom de Clarice. Por falar na Ju, 'bora lá dar um coraçãozinho pra ela no concurso Eu amo escrever? Só clicar AQUI e doar um sorriso praquela linda].

domingo, 10 de julho de 2011

Sobre trabalho e cansaço, não necessariamente nessa ordem...

Companhia Musical
(Se clicar no nome  da música, dá pra ver o vídeo no Youtube)


Essa já é a quarta vez que tento escrever. Nas outras três, escrevi três palavras e meti o dedo no delete. Fiquei uns três minutos olhando pro ponteirinho maldito que fica piscando, e resolvi que preciso dizer...

O que há pra dizer? Tantas coisas precisam ser ditas, e, no entanto, as mantenho guardadas em mim. Tantas lágrimas precisam ser libertas, mas insisto em mantê-las presas em minha garganta. Tantas vontades precisam passear por esse mundo, mas deixo-as lá no fim das minha to do list...

Nas últimas três semanas não fiz outra coisa se não trabalhar. Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho... Cansou? Imagina eu? Sim, eu sei, todo mundo trabalha nessa vida, isso não é prioridade minha, tem gente que trabalha mais do que eu e ganha menos, sorte minha ter um trabalho com tanta gente desempregada por aí, o trabalho dignifica o homem e blábláblá...
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