segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vamos de mãos dadas... [DiaD]

Meus pedaços de Drummond...
Já escrevi e desescrevi tanto, que o único modo que encontrei de começar esse post é citando Drummond:


"Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira. "

E é assim que está Drummond em mim: inquieto, vivo. Inundando tudo ao meu redor...

Hoje é o Dia D. Dia de prestarmos uma homenagem àquele que foi e sempre será um dos nossos maiores escritores.

Drummond sempre foi uma de minhas referências de poesia e de vida. Suas palavras já me acalentaram, perturbaram, enlouqueceram e alimentaram.

Lá pelas bandas do twitter, formamos uma Quadrilha em homenagem a nosso querido Itabirano. Demos as mãos, assim como ele pedia em seu poema...

"Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente."

E numa tentativa de não deixarmos a distância nos afastar, demos as mãos; e dessa brincadeira de roda saiu nossa quadrilha, que você pode ver nesse vídeo...


Da nossa quadrilha, fizeram parte:

Aline - RJ - Blog Little Doll House
Daniela - RS - Blog Trecos e Trapos
Juliana - MG - Blog O batom de Clarice
Gabriela Ventura - RJ - Blog Quinas e Cantos
Santiago - GO  - Blog Santiago Regis
Luara - RJ - Blog Isaac Sabe
Patrícia - MS - Blog Ainda MininaMá
Chico - RS - Blog Contextos


Eu fico aqui pensando, como é que Drummond viveria nesse mundo tão cruel...

Ainda que seu corpo não esteja mais entre nós, Drummond continua vivo em cada uma de suas palavras, em cada um dos olhos que o aceitam, em cada um dos corações que ele acarinha, em cada um dos integrantes de nossa quadrilha...

Se você não conhece Drummond [sua vida não tem sentido!!!], visite o Memória Viva, ouça nosso poeta sussurrando suas palavras em seus ouvidos. Garanto que você jamais verá as pedras no caminho com os mesmos olhos...

Um beijo, cheio de uma maldade nem tão má assim...

sábado, 29 de outubro de 2011

Sobre o tempo dos desprazeres...

Hoje, a tal da história de que talento é 1% inspiração e 99% transpiração me faz mais sentido do que nunca. Não só porque Campo Grande decidiu se tornar a filial mundial do inferno, mas porque tenho trabalhado mais do que dou conta.

Sim, eu sei, eu sei. Você não aguenta mais ler sobre meu trabalho. Mas, veja bem... Se esse blog é sobre minha vida, e minha vida é trabalho, logo...

Eu até me afastei daqui, porque, por mais que tivesse idéias, me faltava a transpiração. Me faltava a coragem pra escrever, a vontade de editar, tirar fotos, me traduzir em palavras. Me faltava uma definição de o que eu quero com esse espaço. Sobre o que quero falar. Sobre o que quero calar... E, pra falar bem a verdade, ainda me falta.

Nem no twitter ando dando as caras mais. Meio que cansei de falar com caracteres contados. Meio que tenho tanto a dizer em tão pouco tempo. Meio que ando me sentindo e me vivendo pela metade.

Daí que até pensei em comprar um desses livros de soluções mágicas da vida for dummies. Mas entendi que às vezes é necessário ficar de saco cheio. Temos essa cultura de que tudo tem que ser lindo. De que o céu precisa ser azul Faber Castell, de que sorrisos abrem portas e pessoas descontentes e rabugentas não vão para o céu.

Sempre procuramos formas de nos livrarmos da insatisfação, da tristeza, da solidão que, lentamente, nos devora a alma. Vivemos num mercado negro atrás de pílulas mágicas, sejam elas livros, filmes, cervejas, bares, amores ou aquelas mesmo, da tal tarja preta.

Às vezes eu me pergunto se toda essa busca desenfreada pela felicidade não é um dos fatores que mais nos deixam infelizes. Vamos ser sinceros aqui: será que a alegria não cansa? Será que a realização não esgota? Será que existe alguém que não sente nem um tiquinho de raiva, descontentamento, tristeza, nojo, solidão, revolta durante as tantas horas que tecem um dia [dizem por aí que são 24, mas ando querendo saber quem é que roubou as minhas, pois meu dia anda durando, no máximo, 12!]?!

Cheguei à conclusão de que é importante nos sentirmos mal. É, isso mesmo que eu disse. É importante vivermos os sentimentos ruins, sejam eles a dor pela morte de um ente amado, seja a frustração no trabalho, seja a tristeza de se saber mulher, mas não se saber amada.

É importante nos vermos como humanos. E humanos erram, choram, se rasgam inteiros. Humanos gritam, fecham a cara e mandam tudo à putaqueopariu quando é preciso. Humanos vivem, não fingem viver.

Ontem, eu chorei. Chorei de soluçar, de escorrer lágrimas, de pedir que o mundo acabasse só pra não ter que explicar os olhos vermelhos. Mas a libertação só veio muito tempo depois que a garganta começou a doer de tantos sapos engolidos.

A gente vai levando a vida, mas tem horas que o melhor mesmo é deixar a vida nos levar. Há momentos em que precisamos aceitar que o rio no qual navegamos não aceita senhores, pois ele é senhor de si mesmo e de todos os que nele estão.

Essa semana me deixei levar. Vivi minhas tristezas e raivas cotidianas, e devo dizer que me fez bem. Não me deixei fingir que estava tudo bem. Não, fiz questão de mostrar a língua pro mundo e mandar teorias de "como ser mais feliz" e "como não ter problemas" pro raioqueasparta.

Quanto mais tentamos deixar os problemas e as tristezas de lado, mas esses filhosdumaputa nos perseguem. E, no fim das contas, a vida é um problema! Um puta de um problema, do qual estamos sempre procurando a solução. E a tal solução, resposta, seja lá o que perseguimos, pode tanto ser 42 quanto nada.

Não importa a resposta! O que importa mesmo é saber fazer as perguntas, e, principalmente, saber a hora certa de não fazer perguntas. Por enquanto não quero perguntar nada.

Hoje, quase nada está conseguindo me fazer sorrir. Irônico, porque mais tarde vou a uma festa de Halloween fantasiada de Death, a personagem da obra Sandman, criada por Neil Gaiman [idéia linda da fofa da Raven, lá do Memórias do Subsolo]. Irônico porque ela é uma das criaturas mais fofas do mundo dos Perpétuos [depois farei um post sobre Sandman e sobre o lindo do Gaiman, 'tá?], mesmo que seja aquela que leva as pessoas da vida.

Espero que ela leve embora essa minha frustração, que já anda me dando no saco. E não, antes que alguém pergunte, não é TPM. Só se eu fui premiada com o cuponzinho de TPM mês integral... Mas não, não é.

Death, by Neil Gaiman [Tirei DAQUI ]

E não quero saber o que é também. Vivi meu luto, e isso me basta. Porque precisamos sim viver os desprazeres da vida, mas não o tempo todo, não para quase todo o sempre amém. Porque no dia em que ela vier me buscar, eu quero poder ir com a alma leve, e pra que isso aconteça, eu tenho que viver tudo...

Um beijo, cheio de uma maldade nem tão má assim...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"Ler, viver e amar em Los Angeles" [Pseudo resenha para um pseudo romance]

ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS!
E contém linguagem inapropriada para menores de 18 anos.

[Eu avisei que o texto é cheio de Spoilers, não avisei? Pois bem, continue por sua conta e risco...]
Pois bem... Um belo dia eu vi essa capa aqui do lado. Linda! E logo em seguida vi essa descrição aqui: "Uma Bridget Jones que gosta de ler. Algumas comem. A maioria faz compras. Há aquelas que fumam ou bebem. Outras ligam para o terapeuta. Dora cura a sua tristeza lendo - às vezes por dias consecutivos. Separada pela segunda vez, sua vida se resume a ficar na banheira com vinho e livros - de Tolstoi a Mark Twain, de Flaubert a Jane Austin. Best-seller e livro cult na Costa Oeste americana mostra como a boa literatura pode ser reconfortante e um chave contra os momentos mais difíceis da vida. Tudo isso tendo como cenário a luxuosa Los Angeles, suas lojas, paisagens e ruas que moram no imaginário dos amantes de cinema e dos seriados de TV." [Livraria Saraiva]

E então eu li esse primeiro capítulo AQUI. Pronto! Fiquei louca pelo livro. Precisava dele desesperadamente. Até que o Submarino resolveu atender minhas preces e o colocou a dez reais mais frete grátis.

Uma das coisas que eu já deveria ter aprendido após anos como leitora, é que nunca se deve ir com muita sede ao pote, porque as chances de nos decepcionarmos são maiores. Dito e feito.

A capa realmente é linda. A contracapa é uma das mais convidativas que li em anos. A Publishers Weekly assim descreveu o livro: "Completo. Leva a pensar. Dora é o tipo de heroína imperfeita com quem os leitores facilmente vão se identificar". Assim falou o New York Post sobre o livro: "Quase chorei quando o livro acabou. É simplesmente fabuloso". O primeiro capítulo foi ótimo. E acabou-se o que era doce.

Assim que terminei os dois primeiros capítulos, a Ju [d'O batom de Clarice, aquela linda!], fez esse vídeo AQUI falando sobre o livro. E então eu me perguntei se valia a pena continuar lendo. Ela disse que eu deveria, e eu não iria jogar fora dez realidades, né minha gente? E em menos de dois dias terminei de ler o bendito.

Eu costumo fazer anotações nos meus livros. Rabisco, escrevo comentários, faço desenhos, essas coisas que bibliófilos adoram #not. Só que dessa vez, eu fiz anotações com um propósito: fazer esse post! Fui sublinhando as partes que iria citar. Fazendo comparações. Caretas. A cada página lida, eu me retorcia ainda mais. A cada parágrafo lido, eu tinha mil idéias pra mil posts. Mas quis deixar aquele sentimento todo passar...

Terminei de ler o livro de Sábado pra Domingo. E hoje estou aqui pra dizer que sinto muito, mas ele não vale os 10 reais que paguei. Mas por que, estrupícia?!

Por quê?! Por quê?! Senta que lá vem história...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

E o salário, ó... [Feliz dia dos professores!]

Em setembro passado, fez 12 anos desde que pisei pela primeira vez em uma sala de aula como professora. Faltava um mês para que eu completasse 17 anos, e sequer havia prestado vestibular (naquela época, ainda estava em dúvida entre Letras, Jornalismo e Física). Aceitei a proposta de um amigo, que me chamou para dar aulas de inglês num curso supletivo de "segundo grau" [é, minha filha! Eu sou velha! E ainda por cima se dizia Científico! Não tinha essa coisa de Ensino Médio não!]. 

Fui, toda faceira, de saia+All Star+camiseta polo+ingenuidade [sim! Eu lembro exatamente o que estava vestindo!] lá nos cafundósdojudas dar minha primeira aula. A coisa já começou meio torta, porque tive que mentir minha idade, afinal, o aluno mais novo tinha 18 anos (obrigatório por lei), e ninguém ia querer ter aula com uma moleca de 16, né não? Lembro bem da sensação de ter levado um soco no estômago, e do quanto era estranho ser chamada de "senhora" por um senhor de 73 anos.

Seu José. Me lembro de seus olhos azuis como água, e da sua educação sem igual. Me lembro da sua dificuldade em aprender aquela língua tão estranha. Mas o que mais me lembro era do carinho com o qual ele me tratava, como se eu fosse sua verdadeira mestra. Mal sabia ele que, no fim das contas, aprendi mais com ele, do que ele comigo...

Descobri então que a sensação que se tem de ensinar alguém, e, em troca, receber carinho e admiração, era a melhor coisa que eu podia experimentar na vida; e o que começou como uma brincadeira, transformou-se em vocação. Em fevereiro de 2000, entrei pra faculdade de Letras. E fui equilibrando faculdade e docência...

Eu cresci dando aula. E não é só "crescer" de idade, mas crescer por dentro. Me lembro de que às vezes chorava escondida no banheiro dos professores [do qual já fui expulsa infinitas vezes, aliás, por me confundirem com alunas]; chorava de medo, de cansaço, de vontade de levar uma vida normal...

Nessas horas, buscava na lembrança os meus melhores professores, e tentava fazer como eles faziam. Porque essa sim foi minha grande escola. Me lembro da professora Antônia, a responsável por hoje eu ser tão apaixonada por língua portuguesa; da professora Lourdes, que abriu meu coração para a Literatura; do Edson, que me ensinou os encantos da Física e o charme da Matemática; do Túlio, que de tanto que me botava medo, me fez decorar todos os malditos afluentes do Amazonas; do Zé Carlos, que fazia com que História parecesse coisa tão simples, mas, ao mesmo tempo tão importante.

Eu poderia ficar aqui por horas lembrando de tantos mestres que me ensinaram muito além de suas disciplinas. Mas antes de continuar, não posso esquecer daquela que acredito que tenha sido minha maior referência, meu melhor modelo: a Dra. Regina Célia Vieira, minha professora de Língua Inglesa da faculdade. Me lembro que, quando frequentava suas aulas, eu ficava sonhando com o dia em que meus alunos teriam a mesma admiração que eu tinha por ela. Uma mulher extraordinária, que ensinava não só com suas palavras, mas com seus gestos, seus olhares, seu sorriso, sua energia. Sempre disse que quando crescesse queria ser exatamente como D. Regina. Mas, pelo visto ainda não cresci...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Meus Filmes [Vídeo]

E então eu fiz 29 anos. Não parece, necessariamente, que mudei. Na verdade, descobri que não tenho mais pique pra sair 3 dias seguidos, mas isso já vinha acontecendo há algum tempo... Tenho preferido meus "porres literários" a porres alcoólicos. Minha pele parece a mesma, embora eu confesse que não fiquei procurando rugas novas [Quem procura, acha! Né não, minha gente?]. Sabe deus se tenho cabelos brancos, porque pinto o cabelo religiosamente já pra evitar o encontro com estes malditos... A comemoração foi memorável, mas sobre essa falo no próximo post [ilustrado].

Mas enfim... Nem era sobre isso o post... Esse post é pra te contar que tem vídeo fresquinho lá no meu canal no Youtube, rapaz.

A sugestão foi da Livia123456789 [conta do Youtube] [que eu acredito que seja a Livianne, que é aqui de Campo Grande]. Se não for a mesma pessoa, vocês duas me perdoam, por favor? Não sei de onde tirei que era a mesma pessoa. Se eu estiver errada, vocês me corrigem? E desculpam a insanidade da estrupícia aqui? ;)

Pois bem... Dividi em três vídeos, nos quais falo sobre os filmes que tenho na estante.

'Bora lá ver?


Sintam-se à vontade para opinar, sugerir, reclamar, essas coisas todas que só meus leitores e leitoras fofas tem direito...

Um beijo, cheio de uma maldade nem tão má assim...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Vinte e nove...

Companhia Musical: Vinte e nove, Legião Urbana

"A gente não faz aniversários. Os aniversários é que vão fazendo a gente. E depois, lentamente, desfazendo. [...] Até uma certa idade se faz festa por um ano a mais, depois de uma certa idade se faz festa por um ano a menos, mas aí a festa é pra disfarçar." (Luis Fernando Veríssimo)

Desde que li esse texto do Veríssimo, que todos os anos, no dia do meu aniversário, me lembro dele. Não sei se é porque me apeguei, ou se é porque ele sempre faz sentido. Afinal, no fundo, também acho que são nossos aniversários que nos fazem.

É engraçado, pois vivemos 365 dias no ano, e resolvemos fazer festa em apenas um. É esse um dia que esperamos ansiosamente, na esperança de que, com a mudança na idade, venha também a mudança de vida.

Acho que a comemoração do dia em que nascemos é importante, pois ali começa um novo ano. Aliás, pra mim, o aniversário é mais ano novo que o próprio Ano Novo. Porque não é coletivo, mas só meu [e sim! Eu sou egoísta! Ao menos com meu ano novo...].

Hoje, eu celebro mais uma volta de minha alma em torno do sol. Hoje eu celebro minha família, meus amigos. Hoje eu celebro meu trabalho. Hoje, eu celebro o fato de estar viva. E ponto.

Porque viver é meu grande presente. E eu vivo todos os dias. Logo, sou presenteada todos os dias...

Acredito que a data do nosso aniversário é o momento ideal pra olharmos pra dentro. Pra nos perguntarmos sobre o que já fizemos e o que ainda precisamos e queremos fazer. Pra sepultarmos tristezas, e abrirmos espaço pra futuras alegrias. Porque, quando o coração e a alma estão cheios de tristeza, nada mais ali cabe.

Hoje eu completo 29 anos. O último antes de entrar na era balzaquiana. O último pra poder dizer "Tenho vinte e poucos anos". O último de uma década memorável e na qual vivi pra valer. Nos últimos dez anos, eu não brinquei de viver, eu vivi de verdade. Me joguei na vida, e recebi tudo o que ela tinha a me dar, fosse bom ou mau.

Hoje sinto a necessidade de parar e refletir. Refletir sobre as mudanças da vida. Ontem, estava um calor absurdamente insuportável. Agora, enquanto escrevo o post, caiu uma chuva nervosa, com vontade de arrancar a sujeira do mundo. Respiro aliviada o ar fresco que ela traz, e penso sobre o quão imprevisíveis são os passos dessa dança da vida...

Hoje eu vou limpar meu quarto [que andou esquecido tamanha a correria dos últimos dias] e reorganizar minha estante de livros. Hoje eu vou sorrir e agradecer por poder agradecer. Hoje eu vou fazer listas de desejos e de promessas... Hoje eu vou comemorar pelos dias que já se passaram, e, principalmente, pelos dias que estão por vir...

E hoje até o Google me desejou Feliz Aniversário, espia só:
Thanx Google! ;)

Um beijo, cheio de uma maldade nem tão má assim...

Ps: Como meu maior presente de aniversário é a Semana do Saco Cheio, podem esperar por vários posts e por todos os comentários devidamente respondidos. Peço desculpas pela demora tão longa em respondê-los. Mas, você não teriam coragem de brigar com uma aniversariante, teriam? ;)


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